sexta-feira, 21 de outubro de 2011


A MORTE/DE UM HOMEM INDECENTE/,
KADDHAFI


I


Alá
Kubarum!
Hum!!!
A fala
Vinda daquela
Fila,
Daquela
Sala
Com mescla
De fula
Ou de djola
ou cerere;
De berbere,
Divulgando
Notícia
incrédula,
Sobre a Líbia,
Concretamente,
Sobre a morte
De um ente
Indecente
Desumano,
De um tirano
Que explorou,
Que tirou
sono
A milhares
E milhares
De seres
Humanos,
seus próprios manos,
disimando,
seifando
vidas
Selvaticamente,
Barbaramente
Durante
Mais de quatro décadas!

II

Um
Homem!
Hum!
Um
Hoje sem-
-Ninguém,
Que ontem,
Foi um
Sanguinário,
Um
Inalterario,
Um
Ditador,
Um
Repressor.

III

Um lá Kubarum!
Chegou o fim
A Líbia,
A África Àquele que matou A África
E o mundo
Inteiro,
Livraram-se de mais um tirano,
Àquele que pensara ser o dono
Da Líbia,
àquele que maltratou,
àquele que matou,
muitos dos seus conterrâneos
sem
dó,
nem
piedade

IV
I
Nós humanistas,
Nós Altruístas,
Não celebramos,
Não Comemorámos
A morte de um semelhante,
De um ser humano;
No entanto, hoje, regozijámo-nos
Com o fim da opressão,
Da repressão,
Com a alegria,,
Com a paz,
Com a harmonia,
Com a liberdade
E com a democracia
De um povo!

V
Todos os ditadores,
Mais tarde
Ou mais cedo,
Acabam por cair.


VI

Com o fim da tirania
Na Líbia,
Oxalá
Que
Alá
Traga a verdadeira paz,
A democracia,
A justiça,
A dignidade
E a felicidade
Aos Líbios,
Restituindo-lhes os seus profundos desígnios !


PV CITY (5ª-FEIRA), 20 DE OUTUBRO DE 2011.


MATTOS ( NDO )

A MORTE/DE UM HOMEM INDECENTE/,
KADDHAFI


I


Alá
Kubarum!
Hum!!!
A fala
Vinda daquela
Fila,
Daquela
Sala
Com mescla
De fula
Ou de djola
ou cerere;
De berbere,
Divulgando
Notícia
incrédula,
Sobre a Líbia,
Concretamente,
Sobre a morte
De um ente
Indecente
Desumano,
De um tirano
Que explorou,
Que tirou
sono
A milhares
E milhares
De seres
Humanos,
seus próprios manos,
disimando,
seifando
vidas
Selvaticamente,
Barbaramente
Durante
Mais de quatro décadas!

II

Um
Homem!
Hum!
Um
Hoje sem-
-Ninguém,
Que ontem,
Foi um
Sanguinário,
Um
Inalterario,
Um
Ditador,
Um
Repressor.

III

Um lá Kubarum!
Chegou o fim
A Líbia,
A África Àquele que matou A África
E o mundo
Inteiro,
Livraram-se de mais um tirano,
Àquele que pensara ser o dono
Da Líbia,
àquele que maltratou,
àquele que matou,
muitos dos seus conterrâneos
sem
dó,
nem
piedade

IV
I
Nós humanistas,
Nós Altruístas,
Não celebramos,
Não Comemorámos
A morte de um semelhante,
De um ser humano;
No entanto, hoje, regozijámo-nos
Com o fim da opressão,
Da repressão,
Com a alegria,,
Com a paz,
Com a harmonia,
Com a liberdade
E com a democracia
De um povo!

V
Todos os ditadores,
Mais tarde
Ou mais cedo,
Acabam por cair.


VI

Com o fim da tirania
Na Líbia,
Oxalá
Que
Alá
Traga a verdadeira paz,
A democracia,
A justiça,
A dignidade
E a felicidade
Aos Líbios,
Restituindo-lhes os seus profundos desígnios !


PV CITY (5ª-FEIRA), 20 DE OUTUBRO DE 2011.


MATTOS ( NDO )

domingo, 9 de outubro de 2011

OS PROJECTOS DESFEITOS


I

Postos
Em vários
Sacos
Que já estão
Todos
Rotos,
Os meus projectos
Já estão
Todos
Desfeitos,
Esquecidos,
Remetidos
E lançados
Para o lixo.

II

Escrevo
O que me vem
À CABEÇA
Nos momentos
Mortos,
Isto é,
Me atrevo
A seguir àquele homem
Chamado Eça
De Queirós
Ou de Fernando Pessoa,
Aquilino Ribeiro,
D. Dinis,
Egas Moniz,
Júlio Dinis,
Teixeira Pascoaes,
Alexandre Herculano,
Cardoso Pires,
Virgílio Ferreira
E tanto outros cérebros,
Membros
Literários,
Catedráticos
E inúmeros poetas
Ilustres
Deste país
À beira-mar plantado.

III

Hoje,
Escrevo
Porque as palavras
Que brotam
Da minha massa
Cinzenta;
Que apoquentam
As tiras
Que constituem
As veias
Que entrelaçam
O meu âmago,
Fazendo,
Permitindo
Que seja hoje
Um ser vivo.

IV

Ontem
Foi o aniversário
Deste homem
Que quis
Construir
Um império
A fim de servir
Os seus semelhantes.

V
Hoje,
É o novo dia,
Um dia
De luta
Que se acrescenta
Mais uma gota
Na escrita
Que me alimenta.

VI

Um sonho
De uma família feliz,
De uma família numerosa,
Airosa
Numa quinta
Onde é impossível
Esmiuçar a correria,
A gritaria
Da criançada
Jovial,
Desafogada!

VII

O sonho da intelectualidade
Em toda a plenitude,
Onde os assuntos abordados
São relacionados
Com a política,
Com a economia,
Com a História,
Com a Filosofia,
Com a Sociologia,
Com a Psicologia
Com a Pedagogia,
Com a Sociedade.

PV CITY(DO), 09 DE OUTUBRO DE 2011.
MATTOS (NDO)

sábado, 8 de outubro de 2011

EMBORA É NEGAN, NA NEGA BEDJU(1)




I

Se é verdade
Que tenho
Esta idade

Donde
Venho,
É porque,
De facto,
O meu nascimento
Corresponde
O domínio
Do grande desígnio.

II

O desejo
Da Providência,
É a evidência,
É a prova
Que comprova
A minha existência
Neste mundo.

III
Neste dia
Do meu aniversário,
Com as lágrimas
Nos olhos,
Quero,
Aqui,
Agradecer
Ao Pai Celestial,
Aos meus queridos pais
Que me conceberam,
Que me educaram
E a todos os que me criaram
Com ardor
E amor,
Pela confiança,
Pela perseverança,
E esperança
Numa criança
Que hoje é um homem.

IV

Queria
Sê-lo,
Queria
Merecê-lo
Com a alegria,
Expectativa
E confiança
Que em mim
Tinham depositado,
Com todo o orgulho,
De quem
Tem
Um filho
E esperava
Vê-lo
Crescer,
Desenvolver,
Vencer,
Lutar
E conquistar
A felicidade
Em cada sociedade.

V
A todos,
O meu muito obrigado,
Por me terem aturado
Em relação aos atropelos,
Falta de zelos
E erros
Cometidos,
Ainda que inocentemente.
Adoro-vos muito,
Porque para mim,
O que soa,
O que conta,
É a pessoa
Humana neste Planeta!

VII
Obrigado
A todos,
Que, neste dia,
Se lembraram de mim,
Felicitando-me
Por esse dia especial.

VIII

Bem haja a saúde
E decrepitude !


1. Em crioulo da Guiné-Bissau, apesar de me abandonarem, recuso-me a envelhecer.

PV CITY( SÁBADO), 08 DE OUTUBRO DE 2011

MATTOS( NDO )

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

I

A arte
É uma forma mais sublime
Que um ser tem
De demonstrar
A sua maneira
Mais peculiar
Como um ser humano
Sobre o Universo.

II

A arte
É o sentir,
O agir
Quando se parte
Para o zénite,
Para um horizonte
Diferente
Da noite
Em que o ser se torne inerte
Perante
O escuro,
O muro
Da criação,
Da sublimação
De cada coração.

III

Um ser
Que quer
Viver,
Tem de se elevar,,
De se organizar,
E criar
Coisas
Maravilhosas
Que existem
Sob à face da terra,
Para que os outros o admirem
E olhem
Não com a candura,
Mas sim, com a humanidade
Necessária à própria sociedade.

IV
O artista
Solta
Da sua manta
À demanda da rota
Mais arrojada,que inverta
A ingenuidade
De cada individualidade
Em cada localidade.

V

O artista
Insiste
No que é diferente
Mas que existe
Ao redor
Como o maior
Favor
Divisor
Sobre o Planeta.

VI

Sem carro,
Não se pode dar giro,
Porque também não há dinheiro,
Não há o soro
Que incentiva
E salva
Cada alma
Na sua cama
Sem chama.

VII

Registo
Em cada momento,
O meu desgosto,
O fardo
Tão pesado
Que carrego
Em cada ombro,
Mas com afinco
E determinação
De vencer e ultrapassar cada sessão
Com ou sem êxito.

VIII

Desistir
É que nunca,
Pois, esta palavra
Não existe no meu vocabulário,
No meu dicionário,
Em qualquer cenário.

PV CITY(QUINTA/SEXTA/, 06/07/10/2011.

MATTOS (NDO)

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE

A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE