I
Quando
Tudo
É zumbido,
O sr. Ndo,
Rejeitado,
Tem sempre procurado
Encontrar o seu próprio mundo.
II
quarta-feira, 15 de junho de 2011
O VELHO/ DO PRIOR VELHO/
I
Este Velho
Do Prior Velho,
Parte
Para outra parte,
Depois de tanta
Luta
Inglória
E ingrata
Na rua da Alegria,
Há aproximadamente
Uma década
De alma devotada!
II
Parte ,
Porque já não se sente
Forte
Perante
O combate
Camarário
À sério
À sua
Pessoa.
III
Um direito
Elementar
Que lhe foi negado,
Que lhe foi tirado!
Um tecto
Apenas para habitar
Com a sua família
E nada lhe valia!
IV
Cansado,
Exausto,
Roto
E acabado,
Resigno-me
Perante
Tanto vexame,
Tanta mendicidade
Perante
Cada autoridade!
V
Eu estou
Sempre a partir,
Estou
Sempre a sair,
A ir
E a vir,
A não voltar,
A não regressar
Àquela linda terra
Que me vira
Nascer,
Crescer,
Desenvolver
E atingir
O estado
Em que estou
Actualmente a viver!
VI
Oh! Quem não se lembra
A altura
Em que se enamora,
Em que se apaixona
Por uma menina
Africana,
Bonitona
E genuína?
VII
Agora,
Só tenho lembrança
Da infancia
Quando, numa dança,
Num baile,
Numa festa,
Se fala de reminiscência
Remota
Que me impele
Para a minha Quínara,
A minha "tabanca"
Predilecta
Lá em África!
VIII
Lá
Naquela
Longínqua Lala,
Bela
E singela
Onde aprendi a primeira
Fala,
A primeira
Palavra
Em "manjaco",
Não na língua do branco,
Mas da minha tribo,
Que ainda hoje bebo
Alguns conceitos
Para aprofundar os conhecimentos
Transmitidos por cada escola,
Aqui e acolá.
IX
O tempo
Urge
E arrumo as malas
Para as outras bandas,
Pelo que o meu corpo
Hoje,
Está habituado as filas
Enrolado nas rodas.
X
Do PV. City,
Das barracas,
Ao PV.City
Da city,
Se calhar, vão-se atenuar as broncas
Dos putos delinquentes,
Mesmo sabendo que estão presentes
Na Rua de Macau,
Nas barbas da Junta de Freguesia,
Onde praticam tanta delinquência!
XI
Rua de Moçambique,
Rua principal do Prior Velho,
O velho
Procura o conselho
De quem possui o brilho!
Amén!
ESPAN(ESCOLA SEC/3 PADRE ALBERTO NETO), 15 DE JUNHO DE 2011
MATTOS (NDO )
Este Velho
Do Prior Velho,
Parte
Para outra parte,
Depois de tanta
Luta
Inglória
E ingrata
Na rua da Alegria,
Há aproximadamente
Uma década
De alma devotada!
II
Parte ,
Porque já não se sente
Forte
Perante
O combate
Camarário
À sério
À sua
Pessoa.
III
Um direito
Elementar
Que lhe foi negado,
Que lhe foi tirado!
Um tecto
Apenas para habitar
Com a sua família
E nada lhe valia!
IV
Cansado,
Exausto,
Roto
E acabado,
Resigno-me
Perante
Tanto vexame,
Tanta mendicidade
Perante
Cada autoridade!
V
Eu estou
Sempre a partir,
Estou
Sempre a sair,
A ir
E a vir,
A não voltar,
A não regressar
Àquela linda terra
Que me vira
Nascer,
Crescer,
Desenvolver
E atingir
O estado
Em que estou
Actualmente a viver!
VI
Oh! Quem não se lembra
A altura
Em que se enamora,
Em que se apaixona
Por uma menina
Africana,
Bonitona
E genuína?
VII
Agora,
Só tenho lembrança
Da infancia
Quando, numa dança,
Num baile,
Numa festa,
Se fala de reminiscência
Remota
Que me impele
Para a minha Quínara,
A minha "tabanca"
Predilecta
Lá em África!
VIII
Lá
Naquela
Longínqua Lala,
Bela
E singela
Onde aprendi a primeira
Fala,
A primeira
Palavra
Em "manjaco",
Não na língua do branco,
Mas da minha tribo,
Que ainda hoje bebo
Alguns conceitos
Para aprofundar os conhecimentos
Transmitidos por cada escola,
Aqui e acolá.
IX
O tempo
Urge
E arrumo as malas
Para as outras bandas,
Pelo que o meu corpo
Hoje,
Está habituado as filas
Enrolado nas rodas.
X
Do PV. City,
Das barracas,
Ao PV.City
Da city,
Se calhar, vão-se atenuar as broncas
Dos putos delinquentes,
Mesmo sabendo que estão presentes
Na Rua de Macau,
Nas barbas da Junta de Freguesia,
Onde praticam tanta delinquência!
XI
Rua de Moçambique,
Rua principal do Prior Velho,
O velho
Procura o conselho
De quem possui o brilho!
Amén!
ESPAN(ESCOLA SEC/3 PADRE ALBERTO NETO), 15 DE JUNHO DE 2011
MATTOS (NDO )
sexta-feira, 3 de junho de 2011
A FÉRTIL IMAGINAÇÃO NA DÉBIL CONCRETIZAÇÃO/ACÇÃO
I
Ruivos
Sem objectivos,
Sem destinos,
Lançados pelos cretunos
Sem consciência
Da sua existência
Neste Planeta
Que alguém,
Também
Habita.
II
Na escola
Sita na vila
De Queluz Belas,
Passeei nas vielas
À procura de coisas, às vezes, frívolas.
III
É o normal
De qualquer animal racional,
Irracional
Ou racional
Que procura sair do oval,
Fugir de qualquer mal,
Para encontrar um pouco de liberdade
Na sua intimidade
E individualidade.
IV
Sento-me
Defronte
de uma máquina
E escrevo o que me
Vem à mente,
Algo que me
Abona:
O amor
De todos
Que estão ao meu redor,
Os meus queridos.
V
A minha escola
É bela.
Nela,
Os meninos e as meninas jogam a bola
Orientados pelos professores
De Educação Física.
VI
Eu disse,
Minha escola?
Não liguem,
Pois, quis dizer
A escola
Onde este ano estou colocado,
Pois, eu tenho a vida
De um nómada!
Eu sou um contratado!
ESPAN, 03/06/2011.
MATTOS (NDO)
Ruivos
Sem objectivos,
Sem destinos,
Lançados pelos cretunos
Sem consciência
Da sua existência
Neste Planeta
Que alguém,
Também
Habita.
II
Na escola
Sita na vila
De Queluz Belas,
Passeei nas vielas
À procura de coisas, às vezes, frívolas.
III
É o normal
De qualquer animal racional,
Irracional
Ou racional
Que procura sair do oval,
Fugir de qualquer mal,
Para encontrar um pouco de liberdade
Na sua intimidade
E individualidade.
IV
Sento-me
Defronte
de uma máquina
E escrevo o que me
Vem à mente,
Algo que me
Abona:
O amor
De todos
Que estão ao meu redor,
Os meus queridos.
V
A minha escola
É bela.
Nela,
Os meninos e as meninas jogam a bola
Orientados pelos professores
De Educação Física.
VI
Eu disse,
Minha escola?
Não liguem,
Pois, quis dizer
A escola
Onde este ano estou colocado,
Pois, eu tenho a vida
De um nómada!
Eu sou um contratado!
ESPAN, 03/06/2011.
MATTOS (NDO)
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