sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

AFORÇA/ DA ESPERANÇA/


I

A força
Do acreditar,
Para conquistar
A confiança
Dos que nos amam,
Dos que nos estimam,
Dos que nos rodeiam,
Dos que nos norteiam,
Leva-me
A aventurar,
Leva-me a procurar
Cada vez mais
A felicidade,
O bem-estar
Do ser
Humano.

II

Em Lisboa,
Já estava
Asfixiado,
Rodeado
Por todo
O lado,
Por todo
O mundo,
E bastante
Triste,
Preocupado
De tanta(com )
Mágoa
E tristeza
Naquela
Baliza,
Naquela
Casa !

III

Já não existia,
Na minha vivência
Diária,
Nenhuma alegria,
Nenhum amor,
Mas apenas e só
A angústia,
A dor,
A dó
De cada notícia !

IV

Logo,
Logo
Apercerbi-me
Que estava
Em causa,
O meu bom nome,
A minha honra,
A minha reputação,
E a minha postura,
O que me lesa
Como um bom cidadão
E o que me salva,
E resolvi então,
Sair,
Fugir
Dessa monotonia,
Desse inferno
E ir
Para o outro reino
Com (do ) rigoroso inverno,
Que reunia
Outras condições
Pelas (das) minhas ambições
Pessoais
E profissionais.

V

E, aqui estou
E vou ,
Em Freamunde,
Terra de hospitalidade
Deste hóspede
Que sou,
Apesar do frio,
Pois, é necessário
Muito sacrifício
Pelo desafio,
Para obter um benefício,
Em vez de viver
E depender
Exclusivamente
Do subsídio
Dado
Pelo Estado;
Estar totalmente
Derrotado,
E acomodado !

VI

Levanto-me
Todos os dias
E revejo-me
Nos meus filhos,
Preocupo-me
Com os seus trilhos,
Pois abomino-me
Face às misericódias,
Pois, penso que,
Desde que
Haja a saúde,
Deve-se lutar
E conquistar
A felicidade,
Contando,
Diariamente,
Contudo,
Com alguma sorte !

FREAMUNDE (SEXTA-FEIRA, 11H07 MINUTOS), 22 DE FEVEREIRO DE 2012 !

                                                   KANKAMBAL (NDO)