I
Os meus filhos
São as peças,
As lanças
Que afrouxam as desgraças
Que acompanham o meu percurso,
Em cada espaço,
Em cada momento
Funesto
Em que, heroicamente,
Resisto
Como um ser inerte.
II
Os meus filhos,
São tantos trilhos
Que ao longo da história
Da minha vida
Me têm dado muita alegria,
A razão essencial,
Fundamental
Da minha caminhada,
De longe
Até hoje,
Vou resistindo,
Vou vivendo,
Contra todas
As dificuldades,
Contra todas as vicissitudes.
III
Os meus filhos
São como os espelhos
Postos,
Colocados
Em todos
Em os quartos,
Em todos
Os cantos,
Em todos
Os ângulos,
Para que possa perspectivar
Os mais zelos
Que um ser
Deve ter,
Os cuidados
Que deve levar.
IV
Quando a solidão
Me arrebata,
Refugio-me na escrita
Para desbravar a escuridão
E encontrar a claridade
Que eleva a personalidade
Para novos horizontes,
Para espaços mais distantes
E recônditos,
Onde habitam outros sujeitos,
Mais radiantes
E confiantes
Num mundo melhor,
Com mais amor
E solidariedade.
V
A minha alegria
Reside
Na confiança
Que tenho
Na criança,
No sonho
Que alimento desde
A minha infância,
Adolescência,
Juventude,
Até a esta fase
Da terceira idade,
Da decrepitude,
Em que a crise
Se apodera
Da criatura.
Os meus filhos
São os meus ídolos,
Os meus ícones,
Como o são também os meus velhos,
Nhanha e Farã Matos,
Aqueles que me trouxeram ao mundo.
VI
Por eles,
Luto,
Por eles,
Combato,
Por eles,
Pugno
Como um ser humano
Digno,
Neste mundo dorido
E conturbado.
VII
O meu sonho
De sempre
Como um tigre,
É e sempre
Será
A sua saúde
E felicidade
Nesta terra.
VIII
Que conquistem,
Que procurem
O seu bem-estar
Com esforço,
Afinco,
Dignidade
E honestidade.
PV CITY, 26 DE NOVEMBRO DE 2011.
MATTOS ( NDO)
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
NALEMPE/ALEMPE/OFICIALMENTE/JÁ NÃO EXISTE/
I
O milagre
Do tigre
Que abre
O seu sabre
Sobre
A lebre
Silvestre,
Faz febre
Neste pobre
Nobre.
II
Supersticioso
E teimoso,
Faço
Cada verso
Manso,
Mas denso,
Sem nexo,
Que eu mexo
Submerso
Num poço.
III
A poesia
É a fantasia
Da pessoa
Solitária,
Sem alegria,
Vivendo na monotonia,
Sem guia,
Nem mestria
Para concretizar a filosofia
Que o seu todo envolvia.
IV
As tristezas
Diversas,
Difusas
Em muitas cabeças,
Patenteiam divisas
Que não têm musas
Nas suas casas,
Mas sonham com justiças
Onde se encontram(habitam) crianças.
V
Hoje,
Tão longe,
Com azáfama
Dessa pobre alma,
Na loja do Cidadão,
Em Odivelas,
A tratar o Bilhete
De Identidade,
O Cartão
Do Cidadão,
O Cartão
Do Utente,
O Cartão
De Contribuinte,
O Cartão
De Segurança Social
E o Registo Criminal
E ainda
À Ida
À Câmara Municipal
De Loures.
Tantos corredores
E tantas dores!!!
VI
E no final do dia,
Tanta agonia
No início da noite
Com a notícia
Da morte
De um ente
Querido: Um sobrinho!
Fiquei tristonho
Sem nada puder
Fazer!
Bubacar! Bubacar! Bubacar!
Na Guiné-Bissau!
PV CITY(SEXTA-FEIRA), 11/11/11
MATTOS( NDO)
O milagre
Do tigre
Que abre
O seu sabre
Sobre
A lebre
Silvestre,
Faz febre
Neste pobre
Nobre.
II
Supersticioso
E teimoso,
Faço
Cada verso
Manso,
Mas denso,
Sem nexo,
Que eu mexo
Submerso
Num poço.
III
A poesia
É a fantasia
Da pessoa
Solitária,
Sem alegria,
Vivendo na monotonia,
Sem guia,
Nem mestria
Para concretizar a filosofia
Que o seu todo envolvia.
IV
As tristezas
Diversas,
Difusas
Em muitas cabeças,
Patenteiam divisas
Que não têm musas
Nas suas casas,
Mas sonham com justiças
Onde se encontram(habitam) crianças.
V
Hoje,
Tão longe,
Com azáfama
Dessa pobre alma,
Na loja do Cidadão,
Em Odivelas,
A tratar o Bilhete
De Identidade,
O Cartão
Do Cidadão,
O Cartão
Do Utente,
O Cartão
De Contribuinte,
O Cartão
De Segurança Social
E o Registo Criminal
E ainda
À Ida
À Câmara Municipal
De Loures.
Tantos corredores
E tantas dores!!!
VI
E no final do dia,
Tanta agonia
No início da noite
Com a notícia
Da morte
De um ente
Querido: Um sobrinho!
Fiquei tristonho
Sem nada puder
Fazer!
Bubacar! Bubacar! Bubacar!
Na Guiné-Bissau!
PV CITY(SEXTA-FEIRA), 11/11/11
MATTOS( NDO)
NALEMPE/ALEMPE/OFICIALMENTE/JÁ NÃO EXISTE/
I II
Milagre Supersticioso
Do tigre E teimoso,
Que abre Faço
O seu sabre Cada verso
Sobre Manso
A lebre E mexo
Silvestre, Em cada laço
Faz febre Sem nexo,
Neste pobre Submerso
Nobre. Num poço.
III IV
A poesia As tristezas
É a fantasia Diversas,
Da pessoa Difusas
Solitária Em muitas cabeças,
Sem alegria, Patenteiam divisas
Vivendo na monotonia, Que não têm musas
Sem guia, Nas suas casas;
Nem mestria Mas sonham com justiças
Para concretizar a filosofia Em todas as balizas
Que o seu todo envolvia. Onde se encontram(habitam)crianças
Indefesas.
V VI
Hoje, E no final do dia,
Tão longe, A tristeza e a agonia
A azáfama Da morte
Dessa pobre alma, De um ente
Na loja do Cidadão, Querido:um sobrinho
A tratar o Bilhete Que me deixou tristonho
De Identidade, E triste
O cartão Toda a noite!
Do Cidadão, Bubacar! Bubacar! Bubacar!
O Cartão Na Guiné-Bissau
Do Utente, E eu sem nada puder
O Cartão Fazer!!!
De Contribuinte,
O Cartão
De Segurança Social
E o Registo Criminal
Em Odivelas
E ainda
A ida
À Câmara Municipal
De Loures.
Tantos corredores!
E tantas dores!
PV CITY, 11/11/11.
MATTOS (NDO)
Milagre Supersticioso
Do tigre E teimoso,
Que abre Faço
O seu sabre Cada verso
Sobre Manso
A lebre E mexo
Silvestre, Em cada laço
Faz febre Sem nexo,
Neste pobre Submerso
Nobre. Num poço.
III IV
A poesia As tristezas
É a fantasia Diversas,
Da pessoa Difusas
Solitária Em muitas cabeças,
Sem alegria, Patenteiam divisas
Vivendo na monotonia, Que não têm musas
Sem guia, Nas suas casas;
Nem mestria Mas sonham com justiças
Para concretizar a filosofia Em todas as balizas
Que o seu todo envolvia. Onde se encontram(habitam)crianças
Indefesas.
V VI
Hoje, E no final do dia,
Tão longe, A tristeza e a agonia
A azáfama Da morte
Dessa pobre alma, De um ente
Na loja do Cidadão, Querido:um sobrinho
A tratar o Bilhete Que me deixou tristonho
De Identidade, E triste
O cartão Toda a noite!
Do Cidadão, Bubacar! Bubacar! Bubacar!
O Cartão Na Guiné-Bissau
Do Utente, E eu sem nada puder
O Cartão Fazer!!!
De Contribuinte,
O Cartão
De Segurança Social
E o Registo Criminal
Em Odivelas
E ainda
A ida
À Câmara Municipal
De Loures.
Tantos corredores!
E tantas dores!
PV CITY, 11/11/11.
MATTOS (NDO)
sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A MORTE/DE UM HOMEM INDECENTE/,
KADDHAFI
I
Alá
Kubarum!
Hum!!!
A fala
Vinda daquela
Fila,
Daquela
Sala
Com mescla
De fula
Ou de djola
ou cerere;
De berbere,
Divulgando
Notícia
incrédula,
Sobre a Líbia,
Concretamente,
Sobre a morte
De um ente
Indecente
Desumano,
De um tirano
Que explorou,
Que tirou
sono
A milhares
E milhares
De seres
Humanos,
seus próprios manos,
disimando,
seifando
vidas
Selvaticamente,
Barbaramente
Durante
Mais de quatro décadas!
II
Um
Homem!
Hum!
Um
Hoje sem-
-Ninguém,
Que ontem,
Foi um
Sanguinário,
Um
Inalterario,
Um
Ditador,
Um
Repressor.
III
Um lá Kubarum!
Chegou o fim
A Líbia,
A África Àquele que matou A África
E o mundo
Inteiro,
Livraram-se de mais um tirano,
Àquele que pensara ser o dono
Da Líbia,
àquele que maltratou,
àquele que matou,
muitos dos seus conterrâneos
sem
dó,
nem
piedade
IV
I
Nós humanistas,
Nós Altruístas,
Não celebramos,
Não Comemorámos
A morte de um semelhante,
De um ser humano;
No entanto, hoje, regozijámo-nos
Com o fim da opressão,
Da repressão,
Com a alegria,,
Com a paz,
Com a harmonia,
Com a liberdade
E com a democracia
De um povo!
V
Todos os ditadores,
Mais tarde
Ou mais cedo,
Acabam por cair.
VI
Com o fim da tirania
Na Líbia,
Oxalá
Que
Alá
Traga a verdadeira paz,
A democracia,
A justiça,
A dignidade
E a felicidade
Aos Líbios,
Restituindo-lhes os seus profundos desígnios !
PV CITY (5ª-FEIRA), 20 DE OUTUBRO DE 2011.
MATTOS ( NDO )

A MORTE/DE UM HOMEM INDECENTE/,
KADDHAFI
I
Alá
Kubarum!
Hum!!!
A fala
Vinda daquela
Fila,
Daquela
Sala
Com mescla
De fula
Ou de djola
ou cerere;
De berbere,
Divulgando
Notícia
incrédula,
Sobre a Líbia,
Concretamente,
Sobre a morte
De um ente
Indecente
Desumano,
De um tirano
Que explorou,
Que tirou
sono
A milhares
E milhares
De seres
Humanos,
seus próprios manos,
disimando,
seifando
vidas
Selvaticamente,
Barbaramente
Durante
Mais de quatro décadas!
II
Um
Homem!
Hum!
Um
Hoje sem-
-Ninguém,
Que ontem,
Foi um
Sanguinário,
Um
Inalterario,
Um
Ditador,
Um
Repressor.
III
Um lá Kubarum!
Chegou o fim
A Líbia,
A África Àquele que matou A África
E o mundo
Inteiro,
Livraram-se de mais um tirano,
Àquele que pensara ser o dono
Da Líbia,
àquele que maltratou,
àquele que matou,
muitos dos seus conterrâneos
sem
dó,
nem
piedade
IV
I
Nós humanistas,
Nós Altruístas,
Não celebramos,
Não Comemorámos
A morte de um semelhante,
De um ser humano;
No entanto, hoje, regozijámo-nos
Com o fim da opressão,
Da repressão,
Com a alegria,,
Com a paz,
Com a harmonia,
Com a liberdade
E com a democracia
De um povo!
V
Todos os ditadores,
Mais tarde
Ou mais cedo,
Acabam por cair.
VI
Com o fim da tirania
Na Líbia,
Oxalá
Que
Alá
Traga a verdadeira paz,
A democracia,
A justiça,
A dignidade
E a felicidade
Aos Líbios,
Restituindo-lhes os seus profundos desígnios !
PV CITY (5ª-FEIRA), 20 DE OUTUBRO DE 2011.
MATTOS ( NDO )
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
OS PROJECTOS DESFEITOS

I
Postos
Em vários
Sacos
Que já estão
Todos
Rotos,
Os meus projectos
Já estão
Todos
Desfeitos,
Esquecidos,
Remetidos
E lançados
Para o lixo.
II
Escrevo
O que me vem
À CABEÇA
Nos momentos
Mortos,
Isto é,
Me atrevo
A seguir àquele homem
Chamado Eça
De Queirós
Ou de Fernando Pessoa,
Aquilino Ribeiro,
D. Dinis,
Egas Moniz,
Júlio Dinis,
Teixeira Pascoaes,
Alexandre Herculano,
Cardoso Pires,
Virgílio Ferreira
E tanto outros cérebros,
Membros
Literários,
Catedráticos
E inúmeros poetas
Ilustres
Deste país
À beira-mar plantado.
III
Hoje,
Escrevo
Porque as palavras
Que brotam
Da minha massa
Cinzenta;
Que apoquentam
As tiras
Que constituem
As veias
Que entrelaçam
O meu âmago,
Fazendo,
Permitindo
Que seja hoje
Um ser vivo.
IV
Ontem
Foi o aniversário
Deste homem
Que quis
Construir
Um império
A fim de servir
Os seus semelhantes.
V
Hoje,
É o novo dia,
Um dia
De luta
Que se acrescenta
Mais uma gota
Na escrita
Que me alimenta.
VI
Um sonho
De uma família feliz,
De uma família numerosa,
Airosa
Numa quinta
Onde é impossível
Esmiuçar a correria,
A gritaria
Da criançada
Jovial,
Desafogada!
VII
O sonho da intelectualidade
Em toda a plenitude,
Onde os assuntos abordados
São relacionados
Com a política,
Com a economia,
Com a História,
Com a Filosofia,
Com a Sociologia,
Com a Psicologia
Com a Pedagogia,
Com a Sociedade.
PV CITY(DO), 09 DE OUTUBRO DE 2011.
MATTOS (NDO)
Etiquetas:
FILOSOFIA,
PEDAGOGIA,
POLÍTICA,
PSICOLOGIA
sábado, 8 de outubro de 2011
EMBORA É NEGAN, NA NEGA BEDJU(1)

I
Se é verdade
Que tenho
Esta idade
Donde
Venho,
É porque,
De facto,
O meu nascimento
Corresponde
O domínio
Do grande desígnio.
II
O desejo
Da Providência,
É a evidência,
É a prova
Que comprova
A minha existência
Neste mundo.
III
Neste dia
Do meu aniversário,
Com as lágrimas
Nos olhos,
Quero,
Aqui,
Agradecer
Ao Pai Celestial,
Aos meus queridos pais
Que me conceberam,
Que me educaram
E a todos os que me criaram
Com ardor
E amor,
Pela confiança,
Pela perseverança,
E esperança
Numa criança
Que hoje é um homem.
IV
Queria
Sê-lo,
Queria
Merecê-lo
Com a alegria,
Expectativa
E confiança
Que em mim
Tinham depositado,
Com todo o orgulho,
De quem
Tem
Um filho
E esperava
Vê-lo
Crescer,
Desenvolver,
Vencer,
Lutar
E conquistar
A felicidade
Em cada sociedade.
V
A todos,
O meu muito obrigado,
Por me terem aturado
Em relação aos atropelos,
Falta de zelos
E erros
Cometidos,
Ainda que inocentemente.
Adoro-vos muito,
Porque para mim,
O que soa,
O que conta,
É a pessoa
Humana neste Planeta!
VII
Obrigado
A todos,
Que, neste dia,
Se lembraram de mim,
Felicitando-me
Por esse dia especial.
VIII
Bem haja a saúde
E decrepitude !
1. Em crioulo da Guiné-Bissau, apesar de me abandonarem, recuso-me a envelhecer.
PV CITY( SÁBADO), 08 DE OUTUBRO DE 2011
MATTOS( NDO )
Etiquetas:
aniversário,
decrepitude,
idade,
nascimento e agradecimento.,
Pai Celestial
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
A ARTE, A PARTE MAIS RENTE DA MENTE
I
A arte
É uma forma mais sublime
Que um ser tem
De demonstrar
A sua maneira
Mais peculiar
Como um ser humano
Sobre o Universo.
II
A arte
É o sentir,
O agir
Quando se parte
Para o zénite,
Para um horizonte
Diferente
Da noite
Em que o ser se torne inerte
Perante
O escuro,
O muro
Da criação,
Da sublimação
De cada coração.
III
Um ser
Que quer
Viver,
Tem de se elevar,,
De se organizar,
E criar
Coisas
Maravilhosas
Que existem
Sob à face da terra,
Para que os outros o admirem
E olhem
Não com a candura,
Mas sim, com a humanidade
Necessária à própria sociedade.
IV
O artista
Solta
Da sua manta
À demanda da rota
Mais arrojada,que inverta
A ingenuidade
De cada individualidade
Em cada localidade.
V
O artista
Insiste
No que é diferente
Mas que existe
Ao redor
Como o maior
Favor
Divisor
Sobre o Planeta.
VI
Sem carro,
Não se pode dar giro,
Porque também não há dinheiro,
Não há o soro
Que incentiva
E salva
Cada alma
Na sua cama
Sem chama.
VII
Registo
Em cada momento,
O meu desgosto,
O fardo
Tão pesado
Que carrego
Em cada ombro,
Mas com afinco
E determinação
De vencer e ultrapassar cada sessão
Com ou sem êxito.
VIII
Desistir
É que nunca,
Pois, esta palavra
Não existe no meu vocabulário,
No meu dicionário,
Em qualquer cenário.
PV CITY(QUINTA/SEXTA/, 06/07/10/2011.
MATTOS (NDO)
A arte
É uma forma mais sublime
Que um ser tem
De demonstrar
A sua maneira
Mais peculiar
Como um ser humano
Sobre o Universo.
II
A arte
É o sentir,
O agir
Quando se parte
Para o zénite,
Para um horizonte
Diferente
Da noite
Em que o ser se torne inerte
Perante
O escuro,
O muro
Da criação,
Da sublimação
De cada coração.
III
Um ser
Que quer
Viver,
Tem de se elevar,,
De se organizar,
E criar
Coisas
Maravilhosas
Que existem
Sob à face da terra,
Para que os outros o admirem
E olhem
Não com a candura,
Mas sim, com a humanidade
Necessária à própria sociedade.
IV
O artista
Solta
Da sua manta
À demanda da rota
Mais arrojada,que inverta
A ingenuidade
De cada individualidade
Em cada localidade.
V
O artista
Insiste
No que é diferente
Mas que existe
Ao redor
Como o maior
Favor
Divisor
Sobre o Planeta.
VI
Sem carro,
Não se pode dar giro,
Porque também não há dinheiro,
Não há o soro
Que incentiva
E salva
Cada alma
Na sua cama
Sem chama.
VII
Registo
Em cada momento,
O meu desgosto,
O fardo
Tão pesado
Que carrego
Em cada ombro,
Mas com afinco
E determinação
De vencer e ultrapassar cada sessão
Com ou sem êxito.
VIII
Desistir
É que nunca,
Pois, esta palavra
Não existe no meu vocabulário,
No meu dicionário,
Em qualquer cenário.
PV CITY(QUINTA/SEXTA/, 06/07/10/2011.
MATTOS (NDO)
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
O DIA VINTE E TRÊS...
I
A senhora
Dourada,
A querida,
A imaginada
Por esta criatura,
Por este artista
Demente,
Está envolta
Numa manta
E numa crista.
II
A ferro
E fogo
Me dobro
No jogo
Da sociedade
À demanda
Da própria vida,
Da felicidade.
III
A tristeza
Da pobreza,
E a baliza
Entre
Um pobre
E um rico.
IV
A minha vida
Ameaçada
Pelo sofrimento
Está pior
Aqui no Prior.
PRIOR VELHO, 23 DE AGOSTO DE 2011.
MATTTOS (NDO)
segunda-feira, 18 de julho de 2011
REFLECTIR/ SOBRE O QUE ESTOU A SENTIR/
I
O Peixe
Na água,
Mexe
Tanto
Que tudo o que flutua
Fica atónito,
Fica tonto!
II
A sensação
Que tenho
Neste momento,
É a pura ilusão
Do meu grande sonho
Que agora
Não me parece tão perto!
Está tão distante,
Tão longe
Que me aflige
Diariamente!
III
Todos
Estão afastados,
Inclusivé os meus queridos;
Àqueles que me estão mais chegados,
Os meus estimados
Estão todos
Divididos
Nos seus sentimentos
Quanto aos afectos
Que tinham por mim
Como o seu delfiim!
IV
Todos
Estão deludidos,
E já não me vêem como amigo,
Devido aquilo que carrego,
Devido ao meu castigo,
Alegando que só vejo
O meu umbigo
E que para eles,eu sou agora o pejo,
A vergonha
De quem tanto tinha
Um grande sonho
Neste rapazinho !
V
Eu sou o animal
Que saiu mal
Do seu quintal!
O Filho de Farã Matos
Que perdeu os contos
Em todos os momentos!
VI
A sua avidez,
Conduziu a sua estupidez
De vez!
Agora,
Nem um cêntimo
Para comprar uma caneca de mancarra
No cimo
Da rua do vizinho
Que vende vinho
Palmo.
VI
Vou para casa,
Porque a fome
Me arrassa!
Até o meu corpo
Teme
Com o tempo
Esquesito
E faz muito vento!
VII
Hoje,
O início
Das minhas férias.
Férias
Caracterizadas por misérias !
Oh! Como se finge
Com o estômago completamente vazio!
VIII
Banhane
Ab,re
Ababe
Docudjune!
Abuque
Tymanane!
IX
DI escola
ESPAN,
Finan
Bijilanan
Butacala!
Chilan
THI BLON BOGHA
ABUQUE
BABA!
X
MATTU,
NHANE
DI KA
WATTU!
tHE LENK,
ABUQUE
TYMANANE!
ESCOLA SEC/3 PADRE ALBERTO NETO, 18 DE JULHO DE 2011
MATTOS ( NDO )
O Peixe
Na água,
Mexe
Tanto
Que tudo o que flutua
Fica atónito,
Fica tonto!
II
A sensação
Que tenho
Neste momento,
É a pura ilusão
Do meu grande sonho
Que agora
Não me parece tão perto!
Está tão distante,
Tão longe
Que me aflige
Diariamente!
III
Todos
Estão afastados,
Inclusivé os meus queridos;
Àqueles que me estão mais chegados,
Os meus estimados
Estão todos
Divididos
Nos seus sentimentos
Quanto aos afectos
Que tinham por mim
Como o seu delfiim!
IV
Todos
Estão deludidos,
E já não me vêem como amigo,
Devido aquilo que carrego,
Devido ao meu castigo,
Alegando que só vejo
O meu umbigo
E que para eles,eu sou agora o pejo,
A vergonha
De quem tanto tinha
Um grande sonho
Neste rapazinho !
V
Eu sou o animal
Que saiu mal
Do seu quintal!
O Filho de Farã Matos
Que perdeu os contos
Em todos os momentos!
VI
A sua avidez,
Conduziu a sua estupidez
De vez!
Agora,
Nem um cêntimo
Para comprar uma caneca de mancarra
No cimo
Da rua do vizinho
Que vende vinho
Palmo.
VI
Vou para casa,
Porque a fome
Me arrassa!
Até o meu corpo
Teme
Com o tempo
Esquesito
E faz muito vento!
VII
Hoje,
O início
Das minhas férias.
Férias
Caracterizadas por misérias !
Oh! Como se finge
Com o estômago completamente vazio!
VIII
Banhane
Ab,re
Ababe
Docudjune!
Abuque
Tymanane!
IX
DI escola
ESPAN,
Finan
Bijilanan
Butacala!
Chilan
THI BLON BOGHA
ABUQUE
BABA!
X
MATTU,
NHANE
DI KA
WATTU!
tHE LENK,
ABUQUE
TYMANANE!
ESCOLA SEC/3 PADRE ALBERTO NETO, 18 DE JULHO DE 2011
MATTOS ( NDO )
Etiquetas:
a cama,
motas cabana,
o sono,
praia. areia
quinta-feira, 7 de julho de 2011
ACABOU O PESADELO/O DUELO !
I
Nas redondezas de Lisboa,
Nem sempre o que se apregoa
Como uma coisa boa,
Que corresponde
A verdade,
Porque na realidade,
Alguém
Magoa
Um homem,
OU uma instituição
Está ou tem estado na destruição
Dum humilde
Coração!
II
Acabou, no passado
Dia cinco do corrente mês,
O pesadelo,
O duelo
Entre a Câmara
De Loures
Com uma simples criatura
Que apenas queria plantar flores
E amores
Nos arredores,
Sobretudo
Naqueles que estima,
Naqueles que adora,
Naqueles que ama,
Acabando
A Câmara
De uma vez,
Para sempre, com esse reles,
Chutando-o com uns pontapés !
III
A Câmara
Chutou,
Não hesitou,
Nem tão pouco respeitou
O que sempre prometera
Aos seus munícipes
Aquando das eleições legislativas de dois mil e nove,
Sobretudo, ao um dos príncipes
Do Chão Manjaco
Na terra
Do branco!
E assim,se move,
Quando alguém não se comove
Com os sentimentos
Dos outros sujeitos!
IV
A Câmara
De Loures
É das piores
Câmaras do País,
Uma das mais
Brutais
Instituições
Que não respeita os direitos fundamentais
Do Homem,
Prosseguindo dia
Após dia,
Com as demolições
Das barracas,
Permitindo que outras pessoas sejam cada vez mais ricas
À custa das desgraças
De centenas de mulheres, homens e crianças
Em constantes deambulações!
V
É verdade
O que vos transmito,
O que emito
Em palavras
Nuas
E cruas:
A crueldade,
A barbaridade
Da municipalidade
Da localidade
Onde
Procurei a hospitalidade
Da sociedade.
VI
Oh! Como agora
Apenas vejo
O resíduo
Do trabalho árduo
De um indivíduo
Que sonhara
Com a liberdade,
A felicidade
À beira do Tejo !
VII
A demolição
Da minha habitação,
Não pode ser vista como a minha condenação,
Mas, quiça,
A desgraça
Traga a salvação,
A esperança,
Pujança
E a presença
Do meu espírito
Que sempre estivera em sobessalto!
VIII
A Câmara
De Loures,
Nos arredores
De LIsboa,
Nos seus afazeres,
Magoa
E fere
Seres;
Ignora
Os seres
Humanos;
Não lhes considera
Dignos
De direitos,
E assim,lhes tira
Tectos
E os empurra
Para
A mendicidade,
A dependência,
A marginalidade,
A delinquência
Para
Assaltos
Frequentes
e Constantes
Em todas as partes!
IX
Chegou
O fim
Para o que vim,
Quando
Tudo se estragou,
O que se construiu
Sobre o capim
Para o delfim
Que se serviu
De um sonho
Risonho
Para os trilhos
Dos seus filhos!
X
Mas, apesar de tudo,
De tudo
O que tem perdido,
O Sr. Ndo,
Vai percorrendo
O mundo,
Procurando
Tudo
O que seja dourado,
Esquecendo
As mágoas que lhe têm infringido,
De forma a permitir
O provir
mais encorajador
Dos que estão seu redor.
XI
A coragem
E a detrminação
Deste homem,
Guirão
O seu percurso,
Mesmo sinuoso,
Pedindo, apenas a Deus,
A saúde,
Trabalho,
O brilho
E a felicidade
Enquanto viver
Paraque não possa, de ninguém depender!
PRIOR VELHO(5ªfeira), 07/07/2011.
MATTOS ( NDO )
Nas redondezas de Lisboa,
Nem sempre o que se apregoa
Como uma coisa boa,
Que corresponde
A verdade,
Porque na realidade,
Alguém
Magoa
Um homem,
OU uma instituição
Está ou tem estado na destruição
Dum humilde
Coração!
II
Acabou, no passado
Dia cinco do corrente mês,
O pesadelo,
O duelo
Entre a Câmara
De Loures
Com uma simples criatura
Que apenas queria plantar flores
E amores
Nos arredores,
Sobretudo
Naqueles que estima,
Naqueles que adora,
Naqueles que ama,
Acabando
A Câmara
De uma vez,
Para sempre, com esse reles,
Chutando-o com uns pontapés !
III
A Câmara
Chutou,
Não hesitou,
Nem tão pouco respeitou
O que sempre prometera
Aos seus munícipes
Aquando das eleições legislativas de dois mil e nove,
Sobretudo, ao um dos príncipes
Do Chão Manjaco
Na terra
Do branco!
E assim,se move,
Quando alguém não se comove
Com os sentimentos
Dos outros sujeitos!
IV
A Câmara
De Loures
É das piores
Câmaras do País,
Uma das mais
Brutais
Instituições
Que não respeita os direitos fundamentais
Do Homem,
Prosseguindo dia
Após dia,
Com as demolições
Das barracas,
Permitindo que outras pessoas sejam cada vez mais ricas
À custa das desgraças
De centenas de mulheres, homens e crianças
Em constantes deambulações!
V
É verdade
O que vos transmito,
O que emito
Em palavras
Nuas
E cruas:
A crueldade,
A barbaridade
Da municipalidade
Da localidade
Onde
Procurei a hospitalidade
Da sociedade.
VI
Oh! Como agora
Apenas vejo
O resíduo
Do trabalho árduo
De um indivíduo
Que sonhara
Com a liberdade,
A felicidade
À beira do Tejo !
VII
A demolição
Da minha habitação,
Não pode ser vista como a minha condenação,
Mas, quiça,
A desgraça
Traga a salvação,
A esperança,
Pujança
E a presença
Do meu espírito
Que sempre estivera em sobessalto!
VIII
A Câmara
De Loures,
Nos arredores
De LIsboa,
Nos seus afazeres,
Magoa
E fere
Seres;
Ignora
Os seres
Humanos;
Não lhes considera
Dignos
De direitos,
E assim,lhes tira
Tectos
E os empurra
Para
A mendicidade,
A dependência,
A marginalidade,
A delinquência
Para
Assaltos
Frequentes
e Constantes
Em todas as partes!
IX
Chegou
O fim
Para o que vim,
Quando
Tudo se estragou,
O que se construiu
Sobre o capim
Para o delfim
Que se serviu
De um sonho
Risonho
Para os trilhos
Dos seus filhos!
X
Mas, apesar de tudo,
De tudo
O que tem perdido,
O Sr. Ndo,
Vai percorrendo
O mundo,
Procurando
Tudo
O que seja dourado,
Esquecendo
As mágoas que lhe têm infringido,
De forma a permitir
O provir
mais encorajador
Dos que estão seu redor.
XI
A coragem
E a detrminação
Deste homem,
Guirão
O seu percurso,
Mesmo sinuoso,
Pedindo, apenas a Deus,
A saúde,
Trabalho,
O brilho
E a felicidade
Enquanto viver
Paraque não possa, de ninguém depender!
PRIOR VELHO(5ªfeira), 07/07/2011.
MATTOS ( NDO )
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habitação,
o direito a um tecto,
reles
quarta-feira, 15 de junho de 2011
VOU PARTIR NÃO TÃO LONGE!
I
Quando
Tudo
É zumbido,
O sr. Ndo,
Rejeitado,
Tem sempre procurado
Encontrar o seu próprio mundo.
II
Quando
Tudo
É zumbido,
O sr. Ndo,
Rejeitado,
Tem sempre procurado
Encontrar o seu próprio mundo.
II
O VELHO/ DO PRIOR VELHO/
I
Este Velho
Do Prior Velho,
Parte
Para outra parte,
Depois de tanta
Luta
Inglória
E ingrata
Na rua da Alegria,
Há aproximadamente
Uma década
De alma devotada!
II
Parte ,
Porque já não se sente
Forte
Perante
O combate
Camarário
À sério
À sua
Pessoa.
III
Um direito
Elementar
Que lhe foi negado,
Que lhe foi tirado!
Um tecto
Apenas para habitar
Com a sua família
E nada lhe valia!
IV
Cansado,
Exausto,
Roto
E acabado,
Resigno-me
Perante
Tanto vexame,
Tanta mendicidade
Perante
Cada autoridade!
V
Eu estou
Sempre a partir,
Estou
Sempre a sair,
A ir
E a vir,
A não voltar,
A não regressar
Àquela linda terra
Que me vira
Nascer,
Crescer,
Desenvolver
E atingir
O estado
Em que estou
Actualmente a viver!
VI
Oh! Quem não se lembra
A altura
Em que se enamora,
Em que se apaixona
Por uma menina
Africana,
Bonitona
E genuína?
VII
Agora,
Só tenho lembrança
Da infancia
Quando, numa dança,
Num baile,
Numa festa,
Se fala de reminiscência
Remota
Que me impele
Para a minha Quínara,
A minha "tabanca"
Predilecta
Lá em África!
VIII
Lá
Naquela
Longínqua Lala,
Bela
E singela
Onde aprendi a primeira
Fala,
A primeira
Palavra
Em "manjaco",
Não na língua do branco,
Mas da minha tribo,
Que ainda hoje bebo
Alguns conceitos
Para aprofundar os conhecimentos
Transmitidos por cada escola,
Aqui e acolá.
IX
O tempo
Urge
E arrumo as malas
Para as outras bandas,
Pelo que o meu corpo
Hoje,
Está habituado as filas
Enrolado nas rodas.
X
Do PV. City,
Das barracas,
Ao PV.City
Da city,
Se calhar, vão-se atenuar as broncas
Dos putos delinquentes,
Mesmo sabendo que estão presentes
Na Rua de Macau,
Nas barbas da Junta de Freguesia,
Onde praticam tanta delinquência!
XI
Rua de Moçambique,
Rua principal do Prior Velho,
O velho
Procura o conselho
De quem possui o brilho!
Amén!
ESPAN(ESCOLA SEC/3 PADRE ALBERTO NETO), 15 DE JUNHO DE 2011
MATTOS (NDO )
Este Velho
Do Prior Velho,
Parte
Para outra parte,
Depois de tanta
Luta
Inglória
E ingrata
Na rua da Alegria,
Há aproximadamente
Uma década
De alma devotada!
II
Parte ,
Porque já não se sente
Forte
Perante
O combate
Camarário
À sério
À sua
Pessoa.
III
Um direito
Elementar
Que lhe foi negado,
Que lhe foi tirado!
Um tecto
Apenas para habitar
Com a sua família
E nada lhe valia!
IV
Cansado,
Exausto,
Roto
E acabado,
Resigno-me
Perante
Tanto vexame,
Tanta mendicidade
Perante
Cada autoridade!
V
Eu estou
Sempre a partir,
Estou
Sempre a sair,
A ir
E a vir,
A não voltar,
A não regressar
Àquela linda terra
Que me vira
Nascer,
Crescer,
Desenvolver
E atingir
O estado
Em que estou
Actualmente a viver!
VI
Oh! Quem não se lembra
A altura
Em que se enamora,
Em que se apaixona
Por uma menina
Africana,
Bonitona
E genuína?
VII
Agora,
Só tenho lembrança
Da infancia
Quando, numa dança,
Num baile,
Numa festa,
Se fala de reminiscência
Remota
Que me impele
Para a minha Quínara,
A minha "tabanca"
Predilecta
Lá em África!
VIII
Lá
Naquela
Longínqua Lala,
Bela
E singela
Onde aprendi a primeira
Fala,
A primeira
Palavra
Em "manjaco",
Não na língua do branco,
Mas da minha tribo,
Que ainda hoje bebo
Alguns conceitos
Para aprofundar os conhecimentos
Transmitidos por cada escola,
Aqui e acolá.
IX
O tempo
Urge
E arrumo as malas
Para as outras bandas,
Pelo que o meu corpo
Hoje,
Está habituado as filas
Enrolado nas rodas.
X
Do PV. City,
Das barracas,
Ao PV.City
Da city,
Se calhar, vão-se atenuar as broncas
Dos putos delinquentes,
Mesmo sabendo que estão presentes
Na Rua de Macau,
Nas barbas da Junta de Freguesia,
Onde praticam tanta delinquência!
XI
Rua de Moçambique,
Rua principal do Prior Velho,
O velho
Procura o conselho
De quem possui o brilho!
Amén!
ESPAN(ESCOLA SEC/3 PADRE ALBERTO NETO), 15 DE JUNHO DE 2011
MATTOS (NDO )
sexta-feira, 3 de junho de 2011
A FÉRTIL IMAGINAÇÃO NA DÉBIL CONCRETIZAÇÃO/ACÇÃO
I
Ruivos
Sem objectivos,
Sem destinos,
Lançados pelos cretunos
Sem consciência
Da sua existência
Neste Planeta
Que alguém,
Também
Habita.
II
Na escola
Sita na vila
De Queluz Belas,
Passeei nas vielas
À procura de coisas, às vezes, frívolas.
III
É o normal
De qualquer animal racional,
Irracional
Ou racional
Que procura sair do oval,
Fugir de qualquer mal,
Para encontrar um pouco de liberdade
Na sua intimidade
E individualidade.
IV
Sento-me
Defronte
de uma máquina
E escrevo o que me
Vem à mente,
Algo que me
Abona:
O amor
De todos
Que estão ao meu redor,
Os meus queridos.
V
A minha escola
É bela.
Nela,
Os meninos e as meninas jogam a bola
Orientados pelos professores
De Educação Física.
VI
Eu disse,
Minha escola?
Não liguem,
Pois, quis dizer
A escola
Onde este ano estou colocado,
Pois, eu tenho a vida
De um nómada!
Eu sou um contratado!
ESPAN, 03/06/2011.
MATTOS (NDO)
Ruivos
Sem objectivos,
Sem destinos,
Lançados pelos cretunos
Sem consciência
Da sua existência
Neste Planeta
Que alguém,
Também
Habita.
II
Na escola
Sita na vila
De Queluz Belas,
Passeei nas vielas
À procura de coisas, às vezes, frívolas.
III
É o normal
De qualquer animal racional,
Irracional
Ou racional
Que procura sair do oval,
Fugir de qualquer mal,
Para encontrar um pouco de liberdade
Na sua intimidade
E individualidade.
IV
Sento-me
Defronte
de uma máquina
E escrevo o que me
Vem à mente,
Algo que me
Abona:
O amor
De todos
Que estão ao meu redor,
Os meus queridos.
V
A minha escola
É bela.
Nela,
Os meninos e as meninas jogam a bola
Orientados pelos professores
De Educação Física.
VI
Eu disse,
Minha escola?
Não liguem,
Pois, quis dizer
A escola
Onde este ano estou colocado,
Pois, eu tenho a vida
De um nómada!
Eu sou um contratado!
ESPAN, 03/06/2011.
MATTOS (NDO)
terça-feira, 10 de maio de 2011
ESTE MENINO/ NAS MÃOS DO DESTINO!
I
Circunscrito
A neio bastante restrito,
Este sujeito
Escolhe um projecto
Assaz distinto
Daqueles que são muito
Perto.
II
Embrenhando
Em e por tudo
O que lhe vem do passado,
O senhor "NDO"
Procura o sentido
E o significado
Da sua origem
Como homem;
O sigmificado
E o sentido
Da vida neste mundo,
Pois, só assim,
Se sentirá completamente realizado,
Isto é. fim
Porque habita
Este planeta.
III
Comemorando
O trgéssimo aniversário
Da minha querida filha,
Apraz-me segurar
No rosário
E agradecer
A Deus
A faúlha
Que me tem iluminado,
Permitindo
Educar e alimentar
Os meus
Filhos com determinação,
Compreensão ,
Carinho
E amor,
Apesar
De muita dor.
IV
HOJE,
Bem Longe
Da manha terra natal,
O " Kambal,
Neto de Docudjune,
Filho de Timanane,
Continua firme
No seu caminho,
No seu sonho,
Guiando-se por um leme
Dado pelo " utchai"
Bidjame,
Oferecendo-lhe oferendas e "pai"
Em cada cada estação
Com muita consideraçáo
E veneração.
HOJE,
Bem longe
Da minha
Querida Bolama,
A terra que constantemente me chama,
Bem longe
Da terra de Nhanha,
A minha
Querida mãe
E do meu querido pai!
O meu muito obrigado
À Providência,
Pela essência
E tudo
O que me tem dado.
P.V.City, 10 de Maio de 2011.
NDO (MATTOS)
Circunscrito
A neio bastante restrito,
Este sujeito
Escolhe um projecto
Assaz distinto
Daqueles que são muito
Perto.
II
Embrenhando
Em e por tudo
O que lhe vem do passado,
O senhor "NDO"
Procura o sentido
E o significado
Da sua origem
Como homem;
O sigmificado
E o sentido
Da vida neste mundo,
Pois, só assim,
Se sentirá completamente realizado,
Isto é. fim
Porque habita
Este planeta.
III
Comemorando
O trgéssimo aniversário
Da minha querida filha,
Apraz-me segurar
No rosário
E agradecer
A Deus
A faúlha
Que me tem iluminado,
Permitindo
Educar e alimentar
Os meus
Filhos com determinação,
Compreensão ,
Carinho
E amor,
Apesar
De muita dor.
IV
HOJE,
Bem Longe
Da manha terra natal,
O " Kambal,
Neto de Docudjune,
Filho de Timanane,
Continua firme
No seu caminho,
No seu sonho,
Guiando-se por um leme
Dado pelo " utchai"
Bidjame,
Oferecendo-lhe oferendas e "pai"
Em cada cada estação
Com muita consideraçáo
E veneração.
HOJE,
Bem longe
Da minha
Querida Bolama,
A terra que constantemente me chama,
Bem longe
Da terra de Nhanha,
A minha
Querida mãe
E do meu querido pai!
O meu muito obrigado
À Providência,
Pela essência
E tudo
O que me tem dado.
P.V.City, 10 de Maio de 2011.
NDO (MATTOS)
Etiquetas:
consciência da minha existência,
essência,
Obrigado,
Providência
ANIVERSÁRIO DA MINHA NEUZA, A MINHA ESPERANÇA
Neuza/,
És a esperança/
Onde se repousa/
A força/
De quem hodiernamente reza!
Quero desejar-te muitas felicidades,
Saúde e longevidade
Em companhia do teu filhinho/,
O teu anjinho/
E do teu marido/,
Aueles que hoje constituem o teu mundo/!
Parabéns por este dia especial/,
Em que me deixa tão jovial/,
O dia que também deu alento/,
Enchendo o meu peito/
E a esperança de lutar/
E continuar/
A viver/
Com alegria e prazer/!
Foste tudo/
Para mim/:
Aquela que me fazia/
Levantar-se/
E erguer-se/
Mesmo quando/
Tudo/
Me parecia/
Desmoronar-se/
E a apatia/
A tomar conta do menino " Ndo"/!
Espero que assim/
Seja
para ti
Em relação ao teu filho.
Que os filhos sejam
A força motriz
Na tua filosofia/
De vida!
Dê o amor aos que mais amas
Neste mundo/,
(Filhos)Para a sua formação
E desenvolvimento pleno ,
Integral e harmonioso.
Beijinhos do pai que te deseja
Muitos sucessos , alegria
Saúde e felicidades!
ESPAN(QUELUZ), 10 DE MAIO DE 2011.
MATTOS (NDO)
És a esperança/
Onde se repousa/
A força/
De quem hodiernamente reza!
Quero desejar-te muitas felicidades,
Saúde e longevidade
Em companhia do teu filhinho/,
O teu anjinho/
E do teu marido/,
Aueles que hoje constituem o teu mundo/!
Parabéns por este dia especial/,
Em que me deixa tão jovial/,
O dia que também deu alento/,
Enchendo o meu peito/
E a esperança de lutar/
E continuar/
A viver/
Com alegria e prazer/!
Foste tudo/
Para mim/:
Aquela que me fazia/
Levantar-se/
E erguer-se/
Mesmo quando/
Tudo/
Me parecia/
Desmoronar-se/
E a apatia/
A tomar conta do menino " Ndo"/!
Espero que assim/
Seja
para ti
Em relação ao teu filho.
Que os filhos sejam
A força motriz
Na tua filosofia/
De vida!
Dê o amor aos que mais amas
Neste mundo/,
(Filhos)Para a sua formação
E desenvolvimento pleno ,
Integral e harmonioso.
Beijinhos do pai que te deseja
Muitos sucessos , alegria
Saúde e felicidades!
ESPAN(QUELUZ), 10 DE MAIO DE 2011.
MATTOS (NDO)
O MEDO/ DESTE MUNDO/
o SENTIMENTO COMUM
Da maioria das pessoas,
É o medo
Do caminho
Que se põe
A trilhar.
É necessário ver
Com os olhos de ver,
Cada mílimetro que se percorre,
O chão que se pisa.
É lógico e normal
O sentimento
De medo
Para qualquer
Ser
Normal, Para qualquer ser
Racional.
No entanto,
Não é normal
Deixar-se
Que o medo
Se apodere
Da nossa pessoa.
Poesia por concluir.
24/04/2011.
mattos (ndo)
Da maioria das pessoas,
É o medo
Do caminho
Que se põe
A trilhar.
É necessário ver
Com os olhos de ver,
Cada mílimetro que se percorre,
O chão que se pisa.
É lógico e normal
O sentimento
De medo
Para qualquer
Ser
Normal, Para qualquer ser
Racional.
No entanto,
Não é normal
Deixar-se
Que o medo
Se apodere
Da nossa pessoa.
Poesia por concluir.
24/04/2011.
mattos (ndo)
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