sexta-feira, 3 de junho de 2011

A FÉRTIL IMAGINAÇÃO NA DÉBIL CONCRETIZAÇÃO/ACÇÃO

I

Ruivos
Sem objectivos,
Sem destinos,
Lançados pelos cretunos
Sem consciência
Da sua existência
Neste Planeta
Que alguém,
Também
Habita.

II
Na escola
Sita na vila
De Queluz Belas,
Passeei nas vielas
À procura de coisas, às vezes, frívolas.

III

É o normal
De qualquer animal racional,
Irracional
Ou racional
Que procura sair do oval,
Fugir de qualquer mal,
Para encontrar um pouco de liberdade
Na sua intimidade
E individualidade.

IV

Sento-me
Defronte
de uma máquina
E escrevo o que me
Vem à mente,
Algo que me
Abona:
O amor
De todos
Que estão ao meu redor,
Os meus queridos.

V
A minha escola
É bela.
Nela,
Os meninos e as meninas jogam a bola
Orientados pelos professores
De Educação Física.

VI
Eu disse,
Minha escola?
Não liguem,
Pois, quis dizer
A escola
Onde este ano estou colocado,
Pois, eu tenho a vida
De um nómada!
Eu sou um contratado!

ESPAN, 03/06/2011.

MATTOS (NDO)

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