quinta-feira, 20 de setembro de 2012
O PALÁCIO/ DO SILÊNCIO/ E DO ÓCIO/
I
O rasgo
Do rego,
Do umbigo
Ou do estômago,
É sempre um perigo
Para qualquer
Amigo,
Para qualquer
Ser
Humano,
Em qualquer
Trono.
II
Acordar
Sem nada
Revelar,
Sem nada
Recordar
Do dia anterior,
É Buma dor
Que nos impõe calar
Às vezes
Ou mil vezes.
III
No palácio,,
Vivem:
O Rei,
A Raínha
E as duas princesas
Tão lindas e formosas!
Uma divisão
Tão ampla,
Tão vasta,
Imensa
Onde estão imersos
Estes intervenientes.
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