domingo, 5 de agosto de 2012
NAPATH NDJI
I
Os sétimo dia
Da misercórdia,
No pântano
Humano,
Procurei
Ser rei,
Indaguei
Sobre o que pequei
Neste mundo
Injustiçado,
Por que razões
Das minhas preocupações,
Das minhas aflições
Constantes
E permanentes.
II
Na roda
Dos alimentos,
Alguém completou
Uma boda,
Melhor dizendo,
Alguém comemorou
Uma fada,
O caminho
Do sonho
De cada ser,
Um prazer
Que cada mulher,
Que cada homem
Tem
No seu horizonte
No seu semblante.
III
Acordo
Bem cedo,
Porque sou rejeitado,
Sou rejeitado
Na cama
Pela minha dama
Que já não me ama,
Que já não me estima.
IV
Parece-me que o mundo
Está caído,
Está ruindo
sobre mim
E nada mais
Dos demais
Me está reconhecendo
Como o seu amado,
Como o seu querido,
Parecendo
O meu fim!
V
A praga
Que alguém
Está pagando,
Melhor dizendo,
Que este homem
Está liqidando,
Pelos pecados
Que tem
Cometendo
Ao longo
Dos anos
Entre os oceanos
Ou cada lago
Que tem
Vindo
A percorrer
E a conhecer.
VI
A rampa
Que trepa
Em cada dia,
Tem sido
Ruim,
O sol que irradia
A sua beleza
Sobre a Natureza,
Desde Kantoma,
Quínara,
Bolama,
Pelundo,
Canchungo,
Catió,
Nova Lamego,
Évora,
À Bombaim,
Não tem contribuido
Para a alegria
Do menino Ndo.
VII
Os seus esforços
Para os progressos,
Têm sido fúteis,
Têm sido inúteis
Ao longo dos anos
Em diversos terrenos.
VII
O seu coração
Não tem encontrado
O festim,
Como tem sido
Na casa do seu primo Joaquim
O senhor
Do Chão
Manjaco,
O sulco
Do amor
Em Utiacor.
IX
A razão da debandada
Da vida,
Dos seus filhos
Na sua caminhada,
Nos seus trilhos!
X
Peço a Deus,
Em cada dia,
No que padece e padecia,
Que os ajude a encontrar
o sol
No rol
Que cada um procurar
E conceder-lhes a saúde
E a felicidade!
PRIOR VELHO (DO RUA DE MOÇAMBIQUE, LOTE Nº 137, 2º DTº, 2865-356) , 05 DE AGOSTO DE 2012
MATTOS (NDO)
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