terça-feira, 7 de agosto de 2012
O MEU PEITO/ É UM LEITO/
I
O que eu sinto
No meu peito,
É uma mescla
De raiva
E de revolta.
II
Ninguém
Sabe,
Ninguém
Compreende,
Ninguém percebe
O que este
Homem
Tem
Na sua mente:
Perceber
E abraçar
Outros filhos
Que não são meus;
Mas fi-los
Como do meu próprio sangue.
LISBOA,29 DE JUNHO DE 2012.
MATTOS (NDO )
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