sexta-feira, 5 de julho de 2013
A FORÇA / DA ESPERANÇA/
I
A força
Do acreditar,
Para conquistar
A confiança
Dos que nos amam,
Dos que nos estimam,
Dos que nos rodeiam,
Dos que nos norteiam,
Leva-me
A aventurar,
Leva-me
A procurar
Cada vez mais
A felicidade,
O bem-estar
Do ser humano.
II
Em Lisboa,
Já estava
Asfixiado,
Rodeado
Por todo
O lado,
Por todo
O mundo,
Bastante
Triste,
Preocupado
De tanta mágoa
E tristeza
Naquela
Baliza,
Naquela
Casa!
III
Já não existia
Na minha vivência
Diária ,
Nenhuma alegria,
Nenhum amor,
Mas apenas e só
A angústia,
A dor,
A dó
De cada cada notícia !
IV
Logo,
Logo,
Apercebi-me
Que estava
Em causa
O meu bom nome,
A minha honra,
A minha reputação,
A minha postura
E tudo o que me lesa,
Como cidadão,
E então,
Resolvi sair,
Fugir
Dessa monotonia,
Desse inferno,
Ir
Para o outro reino
De rigoroso inverno,
Que reunia
Outras condições,
Indo ao encontro das minhas ambições
Pessoais
E profissionais.
V
E aqui estou
E vou
Em Freamunde,
Terra de hospitalidade
Deste hóspede
Que sou,
Apesar do frio,
Pois, é necessário
Muito sacrifício
Pelo desafio,
Para obter o benefício
Próprio,
Em vez de viver
E depender
Exclusivamente
Do subsídio
Do Estado,
Estar totalmente
Derrotado
E acomodado.
VI
Levanto-me
Todos os dias
E revejo-me
Nos meus filhos,
Nos seus trilhos
E abomino-me
Pelas misericórdias
Desde que haja saúde,
Pois, temos que lutar
E conquistar
A prória felicidade,
Contando,
Contudo,
Com alguma sorte
Diariamente.
VI
Esta é a força
Da esperança
Que me guia,
Que me orienta
Dia
Após dia,
Pois, quando se acredita,
E se alicerça
Em alguma coisa,
Algo se alcança.
FREAMUNDE (SEXTA-FEIRA, 11H07 MINUTOS), 22 de FEVEREIRO DE 2013
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