quinta-feira, 18 de julho de 2013

O QUE NELSON MANDELA/ APELA/


 O QUE NELSON MANDELA
APELA


I
O resistente
Do sistema de Apartheid,
Com todo o meio ambiente
Envolvente
E até
Com a própria morte,
Nelson Mandela
Não se isola,
Não se cala,
Não se conforma,
Não se resigna,
Pela causa digna
Pelo que se pugna,
Porque ama
O seu povo,
Custe cada estorvo.

II

Parabéns,
MADIBA!
Parabéns
Nosso baba,
Pelos seus 95 anos de vida!

III

Nelson Mandela,
O Madiba,
O nosso “baba”,
É a mola
Que deve constar
Em cada costela
Da pessoa humana,
A súmula
Que reina
Em cada consciência,
Em cada democracia.

IV

A sua grandeza
Deveria estender-se
A todo o Planeta,
Para que a esperança
Não fosse
Apenas a simbiose
Oca,
Teórica,
Opaca
Mas sim, prática.

V

A magnanimidade
Da sua personalidade,
Deve ser o pressuposto,
O desiderato,
O projeto
De cada Nação,
De cada geração.

VI

O seu constante sorriso
Deve ser o sinónimo
Do rumo
Ao progresso,
A esperança
De cada criança
De um amanhã radioso.

VII

Quem na esfera
Mundial
Desta nossa terra,
Pode continuar
A almejar,
A sonhar
De um mundo melhor,
Um mundo colorido
De amor
Entre todos,
Como Nelson Mandela,
Depois de ter estado
Preso
Durante 27 anos
E continuar
A acreditar,
A sorrir
E a dançar ?!

VIII

Madiba,
És o estímulo,
O exemplo,
O modelo
De (para) todos os homens
Amantes da paz,
Da justiça,
Da esperança,
Da liberdade
E da democracia.

IX

És o paradigma,
O protótipo
Do nosso tempo,
O amálgama
Dos corações
Com muitas e boas aspirações.

X

Mesmo na cama,
Com o grande esforço dos médicos especializados
Ou com o auxílio da máquina,
O Madiba ainda teima
Em viver,
Porque ainda ama
Aquele que o pôs na tribuna,
Na ribalta:
O seu povo,
O objetivo
De toda
A luta
Da sua vida.

XI

O teu povo,
A tua gente
Grata,
O povo anónimo
Está ao teu lado
Neste momento
Derradeiro,
Duro
Do teu sofrimento.

XII

Oh! Mandela!
Quem dera
A cada um
Ter a tua costela,
Seguir a estrela
Que brilha,
Espalha
E difunde o amor,
A compreensão,
A ternura,
O afeto
De um coração
Para o outro coração,
Sem rancor,
Sem ódio
Que possa conduz ao genocídio,
Sem raiva,
Sem ressentimento
E que nos leve
A concórdia,
A coexistência-
-Pacífica
E sem bomba atómica
Na Síria,
No Iraque,
Na Turquia
Ou nas pacatas cidades de Bombaim ou  de Bubaque.

XIII

Pela tua saúde,
Pela tua generosidade
E combatividade,
Anelo
E apelo
A toda
A Humanidade,
Que siga a pisada
Da tua vida,
Pela felicidade
De cada individualidade
Ou personalidade.

XIV

Bem haja
Baba!

FREAMUNDE (PAÇOS DE FERREIRA- 5ª-FEIRA-PASTELARIA/PADARIA SEARA DA IGREJA- 11H57 MINUTOS), 18 DE JULHO DE 2013.

                                             KANKAMBAL- MATTOS FERREIRA (NDO)


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