sexta-feira, 5 de julho de 2013

FILHO, FUJA DAS GENTES PÉRFIDAS!/FUJA DAS GENTES PERDIDAS!/

I Não valerá pena Tão pelejar, Pelo que a gente desejar, O que cada um te ensina, Como em cada dia se portar E assim nos ignora e nos abandona, Mais tarde ou mais cedo Ñesta poltrona Que Deus nos tem dado! II O meu filho Ignora Cada palavra, Cada conselho E apenas insiste Na mentira E cada dia mente E esquece O que lhe engrandece E apenas lhe padece! III E a vergonha Mata Este filho De Nhanha De tanta tua peta Junto dos que o ama, Junto dos que o estima. IV E as pequeninas, O que aprenderão Contigo Como amigo, Como irmão, Se se nada de bom ensinas? Se nenhum exemplo Em cada dia dás? Se és simplemente um dolo Entre as fadas?! V Tenho Muita pena Da minha sina, Com a frustração do sonho Que alimentava desde Quínara Até a minha querida Évora, Onde há 27 anos me formar4a!

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